Category: Marcas

Auto Esporte – Marcas de carro e moto 'emprestam' nome a …

Posted by Diogo Boos - 07/08/2014 - Marcas
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A paixão por carros e motos não fica mais restrita à garagem. Agora é possível entrar em casa, se acomodar em uma poltrona Lamborghini e ligar o abajur Maserati. E preparar o lanche com uma torradeira Ford e molhos da Dodge, servidos em pratos Aston Martin. Isso porque muitas montadoras têm produtos que vão além de carros: são objetos licenciados, produzidos por empresas especializadas, mas geralmente vendidos na loja virtual da própria marca de veículos.

Fora os manjados itens de vestuário e as miniaturas, veja abaixo uma lista de produtos bem curiosos que levam nomes de marcas de carros e motos. As conversões de moedas estrangeiras para o real foram feitas de acordo com a cotação dos dias 30 e 31 de julho e 1º de agosto. A maior parte dos produtos é comercializada só no exterior.

Torradeiras Ford e KTMA Ford empresta seu nome para uma ampla linha de eletrodomésticos, que inclui torradeira, forno elétrico, cafeteira, liquidificador e fritadeira. Também há aspirador de pó, ferro de passar roupa, ventilador e lâmpadas. Apesar de constar no site das maiores varejistas do Brasil, a torradeira aparece como indisponível na maioria delas. Pode ser encontrada em outras lojas, menores, por menos de R$ 100.

A marca de motos KTM também vende torradeira em seu site. Em Portugal, custa 57 euros, ou R$ 173.

Saleiro Harley-DavidsonAlém de supermotos, a Harley-Davidson também dá nome a saleiros e pimenteiros. Os moedores de metal custam US$ 40 (R$ 90). Os de madeira, US$ 25 (R$ 57). Eles não são comercializados no Brasil.

Molhos DodgeA americana Dodge tem molhos com a marca Hemi, nome que nasceu como um tipo de tecnologia em motores, mas se tornou uma marca. O kit vem com dois potes de molho de churrasco e outros dois de mostarda, cada um de um sabor diferente. Nos Estados Unidos, o conjunto custa US$ 24,95, o equivalente a R$ 57, sem opção de entrega para o Brasil.

Gelo em forma de PorschePara gelar a bebida que irá acompanhar o jantar, as pedras de gelo podem ser personalizadas no estilo esportivo alemão. Por US$ 20, ou cerca de  R$ 50, a Porsche vende forma de gelo no formato dos modelos 911, Panamera e Cayenne. À venda apenas nos Estados Unidos.

Talheres Aston MartinA marca inglesa consagrada em filmes do agente 007 repete o requinte à mesa. Com a fabricante de artigos em ouro e prata Grant MacDonald, desenvolveu uma linha de produtos de altíssimo luxo. Há pratos com acabamento de platina, talheres de ouro (os da foto custam o equivalente a R$ 36 mil) ou prata e até candelabros. Entre os mais de 100 itens, mais caro é um conjunto de 12 taças de prata, por 28.200 libras (quase R$ 110 mil).

Sofá LamborghiniA Lamborghini quer estender a paixão por seus carros para dentro das casas. A marca italiana tem uma linha de móveis produzida pela Formitalia, com peças em couro, com costuras formando losangos e braços com acabamento que lembra fibra de carbono. Sofás e poltronas são oferecidos nas cores preta e vermelha. Os preços não foram divulgados.

Abajur MaseratiTambém italiana, a empresa Lumina produz um abajur com visual inspirado nos carros da Maserati. Além do tridente, símbolo da montadora, o objeto tem partes vazadas que lembram a grade dos carros, impressão reforçada quando a peça está acesa. Pode ser comprado na loja oficial da marca, mas apenas para quem mora na Itália. Custa 942 euros ou cerca de R$ 2,9 mil.

Cofre BentleyPara guardar as preciosidades dos donos de seus carros de luxo, a Bentley possui uma linha de cofres da alemã Stockinger. As peças são equipadas com GPS e alarme, e limitadas a 200 unidades. Cada uma custa US$ 100 mil ou, aproximadamente, R$ 225 mil. Não possui loja física no Brasil, mas os pedidos podem feitos pelo site da empresa.

Mamadeira AudiPara aqueles que querem tornar o filho um apaixonado por carros desde cedo, a Audi vende, na Alemanha, uma mamadeira com temas automotivos da marca. Feita de plástico, traz a inscrição Auftanken, “abasteça”, em alemão. Custa 14 euros, ou pouco mais de R$ 40.

Chupeta KawasakiSe a intenção é criar um fã de motos, a Kawasaki possui em sua linha de produtos um par de chupetas, com a mesma cor típica das Ninja, verde-limão. Vendido na Inglaterra, o par custa 5,95 libras esterlinas (o equivalente a R$ 23).

Mesa de bilhar CorvetteUm dos mais conhecidos veículos da Chevrolet de todos os tempos, o Corvette virou até base para mesa de bilhar, nos Estados Unidos. A peça tem tamanho oficial para competições e adota componentes originais do veículo modelo 1959, como para-choques, rodas e pneus. O tampo é de ardósia, e bolas e tacos não estão inclusos. Custa US$ 24.995, o equivalente a R$ 56,7 mil, e não pode ser entregue no Brasil.

Jogo de tabuleiro FerrariA Ferrari empresta seu nome para jogos de tabuleiro. O de xadrez, por exemplo, tem a base feita em madeira e fibra de carbono, enquanto as peças, vermelhas e pretas, são de madeira. A que representa o cavalo tem desenho inspirado no animal símbolo da marca. O preço também é de luxo: US$ 2.061 (cerca de R$ 4,7 mil). Mais “barato”, o dominó tem peças em madeira com acabamento de fibra de carbono. Custa R$ 1.090. Há entrega para o Brasil.

Barraca BMWPara os donos de BMW com espírito mais aventureiro, a marca oferece a barraca com grife Motorsport. Oferecida no mesmo tom de azul da equipe de competições, ela tem os grafismos da preparadora M, e mede 2,20 metros de comprimento por 1,50 metro de largura e acomoda até duas pessoas. Custa 150 euros, ou cerca de R$ 450, mas não está à venda no Brasil.

Halteres CitroënConsumidores do Reino Unido que gostam da Citroën e de malhar têm a oferta de um inusitado produto com a estampa da marca francesa. São halteres com a assinatura DS, grife de luxo da marca francesa. Cada um deles tem 2 kg e o par custa 100 euros, cerca de R$ 300, três vezes mais do que halteres comuns.

Câmera DucatiMotociclistas que quiserem registrar o passeio a bordo de sua Ducati, podem gravar tudo com uma câmera vendida pela própria marca. Criada em parceria com a Nilox, a câmera portátil resistente filma em full HD, com possibilidade de zoom digital de 4 vezes e resistência a submersão de até 60 m de água. Vendida por 224,90 libras ou R$ 860.

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Healthkit, marca da Apple, inclui relógios, jóias e mais – Tudocelular …

Posted by Diogo Boos - 07/08/2014 - Marcas
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Quando a Apple apresentou o Healthkit durante a WWDC deste ano, o anúncio focava em um aplicativo que se conecta com diversos outros dispositivos portáteis. Basicamente, a ideia principal é fazer dele um aplicativo parceiro do iWatch, possível relógio inteligente que a Apple está preparando para lançar ainda este ano. Entretanto, a marca Healthkit é um pouco mais complexa e engloba um número maior de dispositivos portáteis.

“Saúde, fitness, sensores de exercício e bem-estar, monitores e displays; Aparelhos médicos […] relojoaria e instrumentos cronométricos; relógios; cronógrafos para uso como relógios; cronômetros; watchstraps; bandas inteligentes; cases para relógios; peças para relógios; jóias.”

Basicamente, são nesses segmentos que o Healthkit da Apple pode atuar. É um pouco mais do que um “simples” smartwatch, certo? Pois bem, a exaustiva lista, embora a grande maioria dela seja apenas de sinônimos, pode não vir à tona em todos os aparelhos mencionados, isso por que nem todos são, de fato, interessantes para os usuários.
Acredita-se que a Apple crie um fone de ouvido mais específico juntamente com a Beats, sua mais nova aquisição, este que seria voltado para monitorar alguns pontos específicos de cada usuário.

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Como a Velho Pescador continuou gaúcha – agora a marca é da …

Posted by origy - 06/08/2014 - Marcas
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Velho Pescador 5 anos: quase tão tradicional quanto o chimarrão

Começo pela notícia que os mais devotos entenderão de pronto como muito boa: a cachaçaria gaúcha Weber Haus adquiriu a conterrânea Velho Pescador. A partir de amanhã (1º de agosto), a bela e tradicional garrafa da marca da fazenda Maribo estará de volta ao mercado. Mas, para além da nota de caráter corporativo – como numa matrioska pampeira –, há histórias que se abrem e revelam outras histórias indefinidamente, num enredo cuja melhor classificação veio do próprio Evandro Weber: “bonito e transformador”.
Evandro é o diretor da Weber Haus, alambique que se destaca no universo da cachaça pela qualidade de seus produtos, que são colecionadores de prêmios, pela tecnologia agregada à produção tradicional e pelo constante desbravamento de mercados aqui e lá fora, já tendo levado o destilado nacional até o Japão. Nos Estados Unidos, uma dose de sua cachaça top de linha é vendida a US$ 135 a dose na churrascaria Fogo de chão e a Lundu (uma branca, com leve toque de umburana) segue abrindo espaços. “Com a Copa, a cachaça entrou de vez no foco. É o destilado do momento por lá”, avalia o empresário.
Dentro dessa história está a de um sítio no Lote 48, em Ivoti, Vale dos Sinos, onde a família Weber se instalou em 1824 – o que significa que eles estavam na primeiríssima leva de alemães que chegaram ao Sul do Brasil, justamente naquele ano. Ali, eles deram início à produção dos schnapps à base de batatas tão apreciados pelos colonos, cuja matéria-prima foi aos poucos substituída pela cana-de-açúcar. Cento e cinquenta anos depois, o tataraneto Evandro (irmão de Eliana, Mariane e Edete) ainda trabalhava no lote. “Não tenho vergonha de falar. Em 2001, eu colhia cana com o facão pra fazer a cachaça. Depois, trocava de roupa e ia para a reunião da Aprodecana (a associação de produtores gaúchos)”, conta o gaúcho.
Aí, vem a história de Marcelo Borsato, antigo presidente da Aprodecana. Em 1985, o descendente de uma família de italianos que lidava com a fabricação da grappa há gerações, comprou uma fazenda em Osório (RS), no litoral gaúcho, à qual deu o nome de Maribo. Borsato trabalhara, até ali, com a produção de malt whisky e aplicou seu conhecimento na criação de uma cachaça refinada, envelhecida em carvalho, à qual deu o nome de Velho Pescador, em homenagem aos gaudérios que resistiam ganhando a vida com a pesca nas águas da Pinguela, lagoa às margens da qual estão as terras da fazenda da família.
A Velho Pescador se distinguia pela suavidade e logo chamaria a atenção também pela bela garrafa, num tempo em que as pingas eram comercializadas, quase em sua totalidade, em garrafas de litro ou de cerveja. “Eu conheci aquele homem, benquisto por todos, reconhecido pelo seu trabalho, e me inspirei nele. Botei na cabeça que eu seria tão conhecido quanto ele”, conta Evandro, desvendando a gênese da mudança de padrão que transformou a antiga cachaça Primavera, vendida a R$ 1, nas atuais Weber Haus, em suas várias versões. “Não tinha esse dinheiro, mas gastei R$ 9 mil pra fazer o molde de uma garrafa com o mesmo fabricante em que o Marcelo encomendava as dele. Melhorei meu produto. E tudo foi dando certo assim”.
No início deste ano, com Marcelo aposentado e a Velho Pescador perdendo espaço, a família resolveu se desfazer do negócio de cachaça. Quando soube disso, em maio, Evandro tomou um susto e ligou para Jean, filho do patriarca e hoje à frente dos negócios da família: “Bah! Que é isso?”. E teve a confirmação de que a produção tinha parado em dezembro e a marca, com todos os equipamentos, estava à venda, com grupos mineiros já de olho no negócio.
Evandro desligou e contou a novidade a seus colaboradores. “Bah, mas tu não perguntou o preço!?”, foi a resposta que ouviu. Era o que ele precisava. “Eu não podia deixa vender para outro estado. Tem a história da Pinguela, a da marca Santa Martha, que vem junto, e foi a primeira destilaria do estado (1928), a do Marcelo… Corria o risco de isso tudo ficar de lado e morrer à míngua”.
No dia seguinte, Evandro voltou a falar com Jean. “Me dá o preço, tchê!”, pediu. O amigo disse o valor (que o gaúcho, à mineira, não revela), mas juntou que teria “orgulho em vender para ele” porque saberia que o empresário iria “fazer o que tem que ser feito” e completou, dizendo que dividiria o pagamento em “umas 90 vezes”. O descendente de alemães pediu para ter a preferência no negócio por uma semana e disparou telefonemas para seus parceiros, que lhe deram o suporte de que precisava. Dois dias depois, fechou o negócio.
Mais duas semanas, e começou a mudança do alambique da Velho Pescador do litoral para o Vale dos Sinos – tudo querências gaúchas. “O alambique está numa sala separada. Vamos procurar manter o máximo possível o que vem sendo a Velho Pescador”, diz Evandro, que, no entanto, já teve que atualizar alguns processos, como a adoção de melhor controle de temperatura na alambicagem e a mudança da levedura. “No rótulo, virá a marca WH para que o consumidor saiba que esse já é um lote sob nossa responsabilidade”.
Portanto, o portfólio da WH agora conta com a Velho Pescador Ouro, envelhecida um ano e meio em carvalho; a ótima Velho Pescador Extra Premium, cinco anos em carvalho; a Velho Pescador Prata; a Santa Martha Prata; a Santa Martha envelhecida em grapia e a 30 Luas, envelhecida dois anos e meio (ou 30 luas).
Novas aquisições à vista? “Não”, descarta Evandro. “Essa foi movida mais pela emoção do que por alguma estratégia”, ri o empresário. “Claro que a gente vai ganhar escala, terá um portfólio mais diversificado, mas o importante é que a Velho Pescador continua gaúcha”, diz, com orgulho sul-riograndense e o espírito empreendedor teutônico que o velho Jakob trouxe para a América 190 anos atrás.

Evandro Weber, precisão germânica e paixão brasileira

Leia mais: Como a Velho Pescador continuou gaúcha – agora a marca é da …

É hora de conhecer a marca Xiaomi | Meios & Publicidade

Posted by origy - 05/08/2014 - Marcas
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Jack White atinge marca de vinil mais vendido dos últimos 20 anos …

Posted by Diogo Boos - 05/08/2014 - Marcas
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Jack White obteve um prêmio especial com o seu álbum mais recente, Lazaretto.
O segundo álbum solo do cantor atingiu a marca de 60 mil cópias vendidas em vinil, o que representa o título de vinil mais vendido nos últimos 20 anos, premiando assim todo o esforço do cantor em torno do álbum.
Amante do vinil, White lançou uma versão ainda mais especial do formato em Lazaretto, onde um lado do vinil toca de dentro pra fora, conta com faixas escondidas no selo central e dá a possibilidade do comprador ver um holograma que aparece quando o LP está girando na vitrola.
Com as 60 mil cópias vendidas, sendo 40 mil delas só na primeira semana de lançamento, Jack White bateu o recorde anterior que era do Pearl Jam, obtido em 1994 com o álbum Vitalogy.
O número representa também cerca de um quarto de toda a venda referente ao Lazaretto, somando-se as cópias comercializadas em vinil, CD e formatos digitais.
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Ouça o álbum Lazaretto logo abaixo:

Leia a postagem original: Jack White atinge marca de vinil mais vendido dos últimos 20 anos …

“Os produtos mudam quase todo o dia, mas a marca não pode …

Posted by origy - 04/08/2014 - Marcas
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O Sindicato das Agências de Propaganda de Santa Catarina (Sinapro-SC) lançou ontem campanha pela valorização da propaganda criada por agências do Estado. Segundo a presidente da entidade, Rosa Estrella (foto), o valor do trabalho do setor está no conhecimento sobre como projetar marcas e fazer lançamentos.
O objetivo é mostrar para empresas que ainda não contratam serviços de agências profissionais que a propaganda feita com inteligência traz resultados melhores para os negócios.
A campanha foi criada pela agência Fórmula Comunicação, explora o humor e usa ovelhinhas como personagens. As peças começam a ser veiculadas pela mídia de SC nesta sexta-feira.
Qual é a linguagem e o tom da campanha?
Rosa Estrella –  A campanha não é soft no seu conteúdo, mas é muito consistente na forma. A gente escolheu trabalhar com humor, animação, com uma linguagem metafórica, usando animais para falar um pouco da relação entre agências e anunciantes. Com todo esse tom leve, a gente toca em temas muito importantes como confiança, estratégia e a importânica do trabalho profissional das agências.
Ainda existem empresas que optam por soluções caseiras para criar propagandas e decidir sobre investimentos publicitários?Rosa Estrella –  Tem muita gente que ainda opta por solução caseira, sim. O  objetivo é conscientizar o empresário, o anunciante, sobre a importância de um trabalho de comunicação bem feito, por quem entende de comunicação, quem é capaz de fazer a recomendação certa com o objetivo de cada empresa. Hoje, com a facilidade em tecnologias e ferramentas, prescindem de um parceiro estratégico de comunicação, acreditam que podem fazer em casa. Isso é um erro grave que pode representar o insucesso de uma estratégia, de um lançamento, de uma marca.
É muito perceptível a diferença de resultados quando há um trabalho profissional de propaganda ou nâo?
Rosa Estrella – Sim. Temos muitos exemplos não só em Santa Catarina, como também no Brasil e no mundo. Num Estado como o nosso que é tão rico industrialmente, a gente percebe claramente a diferença de visibilidade das marcas que investem numa propaganda bem feita, bem elaborada, das que não se preocupam com isso, que acham que comunicação não é um ativo importante. Por mais que uma indústria seja focada em produto, o valor de uma marca é o maior ativo que uma empresa pode ter. Os produtos mudam quase todo dia, mas a marca não pode envelhecer.
Como está sendo o impacto da mídia digital na propaganda?
Rosa Estrella – Mudou bastante. Hoje, as agências não têm mais a sua visão focada apenas nas mídias tradicionais. A totalidade das estratégias têm que levar em conta a mídia online.
Como está o mercado publicitário catarinense?
Rosa Estrella – O nosso mercado cresce todos os anos há 10 anos. Foi isso que mostrou pesquisa feita pelo trade de comunicação para medir o tamanho da receita real, excluindo o índice de inflação. É uma prova de que o nosso mercado tem muito potencial, que mesmo nos anos mais difíceis economicamente a gente teve crescimento. SC vive um momento importante e a comunicação é um espelho da sociedade.
Foto: Felipe Carneiro

Leia o original: “Os produtos mudam quase todo o dia, mas a marca não pode …

“Os produtos mudam quase todo o dia, mas a marca não pode …

Posted by Diogo Boos - 03/08/2014 - Marcas
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O Sindicato das Agências de Propaganda de Santa Catarina (Sinapro-SC) lançou ontem campanha pela valorização da propaganda criada por agências do Estado. Segundo a presidente da entidade, Rosa Estrella (foto), o valor do trabalho do setor está no conhecimento sobre como projetar marcas e fazer lançamentos.
O objetivo é mostrar para empresas que ainda não contratam serviços de agências profissionais que a propaganda feita com inteligência traz resultados melhores para os negócios.
A campanha foi criada pela agência Fórmula Comunicação, explora o humor e usa ovelhinhas como personagens. As peças começam a ser veiculadas pela mídia de SC nesta sexta-feira.
Qual é a linguagem e o tom da campanha?
Rosa Estrella –  A campanha não é soft no seu conteúdo, mas é muito consistente na forma. A gente escolheu trabalhar com humor, animação, com uma linguagem metafórica, usando animais para falar um pouco da relação entre agências e anunciantes. Com todo esse tom leve, a gente toca em temas muito importantes como confiança, estratégia e a importânica do trabalho profissional das agências.
Ainda existem empresas que optam por soluções caseiras para criar propagandas e decidir sobre investimentos publicitários?Rosa Estrella –  Tem muita gente que ainda opta por solução caseira, sim. O  objetivo é conscientizar o empresário, o anunciante, sobre a importância de um trabalho de comunicação bem feito, por quem entende de comunicação, quem é capaz de fazer a recomendação certa com o objetivo de cada empresa. Hoje, com a facilidade em tecnologias e ferramentas, prescindem de um parceiro estratégico de comunicação, acreditam que podem fazer em casa. Isso é um erro grave que pode representar o insucesso de uma estratégia, de um lançamento, de uma marca.
É muito perceptível a diferença de resultados quando há um trabalho profissional de propaganda ou nâo?
Rosa Estrella – Sim. Temos muitos exemplos não só em Santa Catarina, como também no Brasil e no mundo. Num Estado como o nosso que é tão rico industrialmente, a gente percebe claramente a diferença de visibilidade das marcas que investem numa propaganda bem feita, bem elaborada, das que não se preocupam com isso, que acham que comunicação não é um ativo importante. Por mais que uma indústria seja focada em produto, o valor de uma marca é o maior ativo que uma empresa pode ter. Os produtos mudam quase todo dia, mas a marca não pode envelhecer.
Como está sendo o impacto da mídia digital na propaganda?
Rosa Estrella – Mudou bastante. Hoje, as agências não têm mais a sua visão focada apenas nas mídias tradicionais. A totalidade das estratégias têm que levar em conta a mídia online.
Como está o mercado publicitário catarinense?
Rosa Estrella – O nosso mercado cresce todos os anos há 10 anos. Foi isso que mostrou pesquisa feita pelo trade de comunicação para medir o tamanho da receita real, excluindo o índice de inflação. É uma prova de que o nosso mercado tem muito potencial, que mesmo nos anos mais difíceis economicamente a gente teve crescimento. SC vive um momento importante e a comunicação é um espelho da sociedade.
Foto: Felipe Carneiro

Veja o original aqui: “Os produtos mudam quase todo o dia, mas a marca não pode …

Curta Amazônia marca de empreendimento cultural rondoniense

Posted by Diogo Boos - 03/08/2014 - Marcas
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A visibilidade positiva de uma marca é super importante,  e requer muitos desafios.
“Numa região onde se tem muitos incentivos fiscais  para outros segmentos que não são culturais, fica difícil esse importante setor que é o setor privado, investir em mais  ações de natureza cultural, consequentemente o fortalecimento da identidade cultural da região fica comprometido, precisamos urgentemente da homologação e botar em prática as leis de incentivos fiscais que estão morfando nas gavetas do setor público municipal e estadual, luta da persistência e insistência que vem sendo aguardado por esse importante setor que movimenta muitos recursos e gera diversos empregos no Estado de Rondônia, que é o setor cultural rondoniense”, sintetizou Carlos Levy, coordenador geral, criador da marca Curta Amazônia e outros empreendimentos culturais.

O  setor cultural deve ser prioritário como políticas públicas, não queremos somente “pão e circo” e nem a famosa “política de balcão”, almejamos políticas públicas sérias e comprometidas com quem faz cultura nessa terra, ressaltando que a desfragmentação cultural ocorrida hoje no  Estado de Rondônia, é prova desse enfraquecimento de não haver políticas públicas definidas em leis homologadas, editais na praça, formação e qualificação em todos os segmentos.

O crescimento da produção cultural rondoniense necessita desse apoio e patrocínios de setores importantes com a iniciativa privada e pública.  Por exemplo, temos importantes marcas do setor privado rondoniense que prestigiam nossa  quinta edição, como os refrigerantes TUPI, Sesc Rondônia, Júnior Sun, as marcas públicas como Universidade Federal de Rondônia/Unir, Secretaria Municipal do Meio Ambiente/Sema da PMPV, Biblioteca Municipal Francisco Meireles, Dade/Semed, as parcerias à nível nacional do curso de Roteiro de filmes: Canne, Fundaj, SaV, MinC, MEC, e apoio local da ABD seção Rondônia, Iphan Rondônia, Casa de Cultura Ivan Marrocos.

Marcas que acreditam nesse importante segmento, que é o 5° Festival de Cinema Curta Amazônia que traz prá Rondônia filmes inéditos de todos os cantos do país além de importantes cidades de outros países como Maputo de Moçambique, Lisboa e Avanca de Portugal, mostrando que a marca e empreendimento rondoniense CURTA AMAZÔNIA já ultrapassa diversas fronteiras, e divulga nossa Rondônia de forma positiva, universalizando e aproximando diversos centros produtores de Cinema no mundo.

Veja a postagem original: Curta Amazônia marca de empreendimento cultural rondoniense

Juiz de NY marca nova audiência para tentar solucionar a polêmica …

Posted by origy - 02/08/2014 - Marcas
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Prorrogação forçada – O juiz norte-americano Thomas Griesa, árbitro da disputa entre a Argentina e os fundos de investimento classificados como “abutres” pela Casa Rosada, convocou para sexta-feira (1º) uma nova reunião para tentar solucionar o impasse. O encontro será a primeira chance de o governo argentino sair da situação de calote técnico (default), na qual entrou na quarta-feira (30).
A Argentina precisa chegar a um acordo com os cerca de 10% de investidores que não aderiram aos planos de reestruturação da dívida contraída antes do calote de 2001. Sem entendimento, o país sul-americano não poderá continuar pagando as parcelas dos credores que aceitaram a renegociação dos débitos.
De acordo o jornal “Wall Street Journal”, sobre a mesa de negociação feira estará uma proposta do banco JP Morgan de comprar 100% dos títulos dos fundos litigantes. A instituição não cobraria a Argentina na Justiça, o que permitiria que o país pagasse a parcela das dúvidas reestruturadas e saísse do calote.
O ministro da Economia da Argentina, Axel Kicillof, nega que a Argentina tenha dado mais um calote. O dinheiro dos credores, argumenta, foi depositado, mas está bloqueado pela Justiça dos Estados Unidos. Na quarta-feira, após encontro em Nova York, Kicillof não descartou a possibilidade de uma solução ser alcançada por “terceiros”. A reunião da sexta-feira começa ao meio-dia (horário de Brasília).
Nesta quinta-feira (31), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu novas discussões sobre o caso argentino e suas implicações, um problema, segundo ele, importante para “todos os países-membros”.
O chefão da ONU solicitou também que tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) quanto a Organização dos Estados Americanos (OEA), a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e o Mercosul se pronunciem a respeito. A Standard & Poor’s já declarou parte da dívida da Argentina em calote seletivo.

Radiografia do caos
A Argentina negociou em Nova York com os fundos de investimento que não aceitaram as propostas de reestruturação da dívida feitas pelo governo argentino, entre 2005 e 2010, e ainda têm em mãos títulos da dívida antiga, anterior ao “default” de 2001.
Os tais fundos recorreram à Justiça de Nova York para receber o valor integral dos papéis, aproximadamente 1,3 bilhão de dólares. O governo argentino, por sua vez, alega que não pode pagá-los porque títulos da dívida reestruturada contêm a chamada cláusula Rufo, que, até o fim de 2014, impede a realização de um acordo mais vantajoso do que o obtido pelos que aceitaram a reestruturação da dívida.
A polêmica vai além da liquidação da dívida de 1,3 bilhão de dólares. Concentra-se nos desdobramentos do impasse caso o governo argentino resolvesse pagar o que deve aos fundos que Cristina de Kirchner batizou como “abutres”. Os credores antigos, que concordaram em não receber boa parte do dinheiro a que teriam direito, poderiam, a partir de então, pleitear o pagamento integral dos títulos da dívida que têm em mãos. Tal situação colocaria a economia argentina à beira do despenhadeiro, pois o total dos compromissos em questão alcança a marca de 120 bilhões de dólares, valor que levaria a terra do tango, mais uma vez, à bancarrota.

Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=83492

Veja a postagem original: Juiz de NY marca nova audiência para tentar solucionar a polêmica …

G1 – Lojas Americanas lançam marca própria de higiene pessoal …

Posted by origy - 02/08/2014 - Marcas
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A varejista Lojas Americanas incrementou o portfólio de marcas próprias com o lançamento da “Basic+ Care”, de higiene pessoal, dentro da estratégia de investir em produtos de consumo regular e de baixo custo.
A linha contará com itens como fraldas, toalhas umedecidas e absorventes, ofertados em todas as mais de 860 lojas da companhia no país. Segundo o diretor financeiro da Lojas Americanas, Murilo Correa, a ideia é oferecer produtos exclusivos e com preço competitivo ao consumidor.
“É também uma forma de ampliar nossa atuação no mercado varejista, criando maior sortimento e fidelização”, acrescentou o executivo, sem revelar o investimento na marca.
A indústria brasileira de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos deve crescer 11,8% em 2014 sobre o ano passado, para um faturamento de R$ 42,6 bilhões, segundo números recentes da associação do setor, Abihpec.
Atualmente, a Lojas Americanas tem 12 marcas próprias, responsáveis por mais de 4.500 produtos, incluindo roupas da Basic+, utensílios domésticos da Casual Home e artigos de Natal da Christmas Traditions – esta última a marca própria mais antiga da empresa, lançada em 1995.

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